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Douglas Tibúrcio – Ex-Proft

“Eu fiquei sabendo do Corassol através da indicação da minha avó. A minha vida era muito parada, tediosa. Meu foco era só estudar pra escola e o máximo que fazia era um curso de informática”, relata Douglas Tiburço, de 15 anos, do Programa Proft (Profissional do Futuro).

Quando Douglas iniciou na instituição, em 2014, nunca havia trabalhado: “Quando eu entrei apareceu à oportunidade de fazer uma entrevista, fiz, mas não passei na primeira, então participei da segunda e deu certo, entrei na Gnatus”.

Segundo Douglas a oportunidade de trabalhar na Gnatus, lhe proporcionou experiências importantes para a sua vida. “Aprendi muita coisa, a conviver melhor com as pessoas e ter responsabilidade. Tenho uma cooperatividade melhor do que eu tinha antes.”

“Eu era uma pessoa desanimada, sem esperança, mas com o tempo, tudo mudou e eu cresci. O Corassol me ajudou bastante.”

 

Ainda completa: “A minha maior dificuldade foi me adaptar a ambiente com muitas pessoas, eu tive que aprender conversar, pois era muito tímido”. “O Corassol me ensinou a me expressar e compartilhar com os outros o que sinto. Antes eu não conseguia falar , era bem complicado. O jeito que converso com as pessoas mudou, eu era desanimado, hoje até com pessoas na rua converso”, brinca o adolescente.

Douglas finalizou sua jornada no Programa, mas agradece pela oportunidade de ter feito parte da instituição, pois graças a uma atividade em sala, ele se encontrou na vida profissional. “Fizemos um projeto sobre profissões para saber qual carreira seguir. Antes desse projeto eu pensava outras coisas, mas agora vou fazer Design de Games. Já estou fazendo curso sobre o tema, assim que terminar entrarei na faculdade.”

Agradecimento

“Eu era uma pessoa desanimada, sem esperança, mas com o tempo tudo mudou e eu cresci. O Corassol me ajudou bastante. Se um dia eu tiver a oportunidade de ajudar alguém como eu fui ajudado, faria sem pensar duas vezes. Vou ficar com saudades, tanto do ambiente da empresa, quanto do Corassol, mas sei que agora virão grandes coisas”, agradece Douglas.

dança

Crianças e adolescentes do Corassol fizeram participação especial no espetáculo do ‘Espaço Ophelia Camassuti’

A apresentação proporcionou a alguns familiares a oportunidade de irem ao teatro pela primeira vez

No Sábado dia 9 de Julho, as crianças e adolescentes do Corassol fizeram apresentação especial no espetáculo “Amores do Sertão e Outras Histórias” – encerramento das atividades do semestre Espaço Ophélia Camassuti – no teatro Santarosa.

Após a “Festa da Colheita”, onde as crianças e jovens do Coama (Construindo o Amanhã) apresentaram com muito empenho a coreografia “Colheita”, feita pela orientadora de dança Joyce Camassuti, algumas foram convidas para participar do espetáculo.

Houve dois atos no espetáculo: o primeiro, “Outras Histórias”, com coreografias inscritas em festivais de dança fora da cidade; no segundo, “Amores do Sertão”, foram exibidas coreografias e encenações teatrais.

Para Emanueli Cristina Rezende Arditi, do Vivenciando Adolescer I, o seu maior desafio era vencer a timidez na apresentação. “Nos ensaios eu estava bem envergonhada, mas no dia eu perdi a vergonha. Eu amei! Eu já havia feito aulas de balé e dançado em teatro, mas gostei muito dessa experiência.”

“A experiência de leva-los para a apresentação foi incrível! Eles estavam muito ansiosos na hora do ensaio e no momento da apresentação. Apresentar com outras pessoas do meio da dança e teatro, para eles é uma experiência maravilhosa”, comenta Joyce.

Já para Giovanna Firmino Messias Martins , do Vivenciando Adolescer I, o espetáculo foi sua primeira apresentação de dança fora do Corassol. “Eu fiquei com muita vergonha e nervosa porque meus pais estavam lá e eu nunca tinha apresentado nada na frente de tanta gente. Quero de novo.”

A presença dos familiares na apresentação foi de extrema importância, pois alguns familiares nunca tinham ido ao teatro. “Quando falei sobre a apresentação das crianças eles amaram. O mais interessante é que, além dos pais, outros familiares quiseram ir, como: tios, irmãos e avós. Muitos nunca tinham ido ao teatro”, disse a Assistente Social do Corassol, Jaqueline Abreu.

 

Tem Criança na Cozinha

Oficina de Mini Pizza

Oficina de culinária, mais conhecida como “Tem Criança na Cozinha“! As crianças e adolescentes, junto da voluntária Stephane Telles, colocaram literalmente a “mão-na-massa”, ao fazerem mini-pizzas pra todo mundo do Corassol!
O resultado? Mama Mia, uma delícia! 

coama

Intervalo para brincar e criar

As crianças do Corassol criam seus jogos e se divertem na hora do lanche

É através do brincar que crianças e adolescentes do Corassol têm espaço para buscar seu desenvolvimento psicossocial. Com interação e descontração no momento do lanche encontramos o espaço para recreação, onde o protagonismo infantil toma conta dos membros da instituição.

Além de escolherem qual jogo brincar, elas se responsabilizam pela criação dos brinquedos que constroem com material reciclado, na Oficina de Criatividade, como, por exemplo, a peteca e o vai e vem. Divertem-se também com brincadeiras de roda, pula corda, peteca, pique-esconde e jogos de tabuleiro. Durante essas atividades do intervalo as crianças são responsáveis pela organização e andamento das mesmas.

Como o orientador Henrique Bertolini destaca: “o brincar faz a criança desenvolver habilidades e valores como respeito, trabalho em grupo, organização, entre outras. Com isso elas enriquecem suas multipotencialidades”, diz.

Sendo assim, essas práticas colaboram positivamente no desenvolvimento dos envolvidos. A recreação na hora do intervalo PROMOVE aberturas para que sejam trabalhadas questões relacionadas à diversidade, colaboração, respeito e troca de vivências.

De acordo com a assistente social Jaqueline Abreu, a atividade PROMOVE a vivência intergeracional e a iniciativa contribui para que cada criança ou adolescente auxilie no desenvolvimento um do outro.

Descontração e diversão são sinônimos de “criança feliz”, o que é fácil encontrar aqui no Corassol, pois promover integração para boa convivência humana é um dos objetivos do Programa Construindo o Amanhã (Coama).

 

Projeto “Tudo Bem ser Diferente”

Em roda de conversa descontraída e enriquecedora, as crianças do Aconchego, oficina do Programa Construindo o Amanhã, após leitura do livro “Tudo Bem Ser Diferente”, do autor Todd Parr, compartilharam opiniões e experiências sobre aceitação das diferenças, que leva à aceitação do próximo.

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Projeto Respeito às nossas diferenças promove despertar e aproximação através da Empatia

Leitura do livro “Tudo Bem Ser Diferente” leva crianças do Coama à reflexão sobre diferenças e como conviver com elas

Em roda de conversa descontraída e enriquecedora, as crianças do Aconchego, oficina do Programa Construindo o Amanhã, após leitura do livro “Tudo Bem Ser Diferente”, do autor Todd Parr, compartilharam opiniões e experiências sobre aceitação das diferenças, que leva à aceitação do próximo.

Dentro do universo das diferenças, predominaram as físicas, culturais e de gênero. “O objetivo é propiciar condições para o desenvolvimento da afetividade e da solidariedade, que conduzem à aproximação amorosa e consequente auxílio mútuo”, esclareceu a orientadora Ivana Pontes.

Falaram sobre preconceitos como o de gêneros e adoção, mas o assunto que mais despertou interesse foi saber como vivem pessoas portadoras de deficiência.

“Convidamos a Bruna, jovem residente na Casa Caio, que tem deficiência visual, para fazer a leitura de um livro em Braile. Foi um momento lindo, quebrou as barreiras da diferença”, concluiu Ivana.

Segundo o orientador que aplicou a atividade, Henrique Bertolini, essa experiência foi muito enriquecedora. “Chegou-se à conclusão de que nossas diferenças são de extrema importância, já que seria muito chato sermos todos iguais”.

 

festa da colheita

Nossa Festa da Colheita resgatou a origem das Festas Juninas

A preparação e organização da festa, foi feita pelas crianças e adolescentes do Coama e Proft.

Dia 30 de junho realizamos, no Corassol, a “Festa da Colheita”. Quem visitou nosso site e as redes sociais acompanhou a preparação e organização da mesma, feita pelas crianças e adolescentes do Coama e Proft.

A proposta de ressignificar a tradicional Festa Junina, surgiu com o objetivo de conhecer sua origem e ampliar nosso repertório cultural e artístico, além de proporcionar a possibilidade de vivência dos valores trabalhados nas atividades diárias, como: respeito, responsabilidade, solidariedade, empatia, honestidade, companheirismo e tolerância.

Os “Grupos de Responsabilidade” dedicaram-se às atividade escolhidas, tais como: cenografia, apresentação artística, barracas e brincadeiras, e pesquisa.

festa da colheita

O “Grupo da Apresentação Artística” apresentou balé folclórico e teatro de rua; o “Grupo da Cenografia” confeccionou os cenários e decoração da festa, além do figurino dos “artistas”; já o “Grupo das Barracas e Brincadeiras” organizou as atividade de “pesca”, “argola”, “boca do palhaço”, “caixa surpresa” e “dados”; e o “Grupo da Pesquisa”, responsabilizou-se pela busca de informações sobre a história da festa, tradições, comidas típicas, músicas, vestimentas, e expôs seu trabalho através de cartazes, slides e até biscoitos.

“Quando começamos não imaginávamos aonde iríamos chegar. Ver cada um participando, cumprindo com suas responsabilidades, dando sua contribuição para o sucesso da festa, foi emocionanfesta da colheitate. Senti gratidão por poder participar desse momento”, disse a orientadora Ivana Pontes.

O resultado foi surpreendente e ultrapassou qualquer expectativa. Os colaboradores e voluntários não escondiam a satisfação e a emoção de ver os pequenos aproveitando cada minuto dessa experiência divertida e acolhedora.

 

O que foi colhido

“O que colhi com a realização da Festa da Colheita? Colhi alegria, paz, amor, harmonia, e muita felicidade”. Sandra Regina da Silva, orientadora de culinária.
“Colhi o aprendizado, a certeza de que é possível criar uma festa e eles participarem de tudo e, com isso, pude observar que tudo que a gente tem feito, tem sido aprendido pelos nossos pequenos”. Melissa Lozano, orientadora.

“Achei tudo muito novo, nunca tinha participado. Com essa experiência adquiri mais maturidade, cresci e tive que ter responsabilidade para ajudar o outro.” Bruno Vinicius Araujo de Morais,Trocando Ideias.

“O fruto que colhi foi compreender as diversas dificuldades que encontrei, porque mesmo com todas elas, venci e vi essas barreiras serem derrubadas. Pra mim foi a maior vitória, o resultado de um trabalho de muita emoção, muito amor”. Joyce Camassuti, orientadora.

“Eu vim ao Corassol para controlar as minhas emoções e defeitos. Aprendi trabalhar em equipe, liderar e escutar a opinião do próximo. A ‘Festa da Colheita’ me ensinou o que é bondade e hoje quando vejo pessoas que moram na rua, eu quero ajudar. Aprendi a ter paciência com as pessoas, ser educada, amar e fazer a diferença, pois assim as pessoas vão se lembrar de mim”. Isabela Fernanda, Vivenciando Adolescer I.

festa da colheita

 

casa caio

Projeto Mães em Oração visita Casa Caio e faz festa de aniversário para acolhidos

Além da festa, as voluntárias do projeto doaram de mais de 60 pacotes de papel higiênico

Voluntárias do projeto Mães em Oração, juntamente com o pastor Otoniel Lima, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), visitaram a Casa Caio, 25 de junho, para homenagear os acolhidos aniversariantes do mês de maio, com deliciosa festa e doação de mais de 60 pacotes de papel higiênico.

 

Segundo Adélia Murakami, psicóloga da Casa Caio, a ação foi gratificante: “Encontrar pessoas que queiram fazer campanhas, ajudar e ter contato com os acolhidos, isso é muito importante para nós”.

 

casa caio

Ainda, de acordo com a psicóloga, a festa proporcionou alegria a todos, além da oportunidade de vivenciar experiências diferentes. “No dia a dia é difícil tira-los da cama, já no dia da festa todos levantaram sozinhos, se arrumaram e ficaram ansiosos esperando na sala. Ver a casa decorada, com pessoas novas oferecendo carinho e atenção, causou um impacto na vida deles”, comenta Adélia.

 

Ajude a Casa Caio

Quem puder contribuir com doações de: leite, margarina, suco, carne, extrato de tomate, óleo, legumes, verduras, frutas e desinfetante “Pinho Sol”, etc, procure a Casa Caio, que fica na rua Curupaiti, 226, Monte Alegre, ou ligue: 16 3934-9998.

 

“Quem quiser conhecer a Casa Caio, é só ligar e agendar um horário, que estaremos esperando de portas abertas. A comunidade tem participação imprescindível em seu funcionamento”, conclui a psicóloga Adélia.

 

Ao procurar a instituição e saber das necessidades de produtos de higiene pessoal, a voluntária do projeto, Valéria Brito, movimentou uma campanha. “Todo mês o nosso projeto visita instituições de Ribeirão Preto, pois a nossa intenção é ajudá-las de alguma forma. Ao pesquisar algumas, liguei na Caio e descobri as necessidades da casa, então nos mobilizamos, levamos os produtos e fizemos uma festa para todos, disse Valéria”.

 

casa caio
bike solidária

PROJETO “BIKE SOLIDÁRIA”

O Projeto é uma Parceria entre Corassol e Locabike-RP

O Corassol e a Locabike, dando continuidade à parceria iniciada em fevereiro deste ano de 2016, iniciarão o Projeto “Bike Solidária”, atendendo sugestão das crianças e adolescentes do COAMA e PROFT, após ouvirem relato do gerente da Locabike, Renato Rodrigues Pereira que, desde sua infância, se sentia triste ao observar os amigos que não tinham bicicleta.

O objetivo deste projeto experimental é promover inclusão, cidadania, responsabilidade na conservação de bens públicos, além de outros valores que permeiam todas as atividades desenvolvidas no CORASSOL, tais como: respeito, honestidade e solidariedade.

As bicicletas serão disponibilizadas aos frequentadores do Corassol e seus familiares, por tempo determinado, através de locação simbólica. “No ‘Bike Solidária’ será realizado cadastro da criança, adolescente ou familiar, para que o equipamento fique à sua disposição, facilitando suas vidas e promovendo a inclusão desta atividade”, conta Renato.

Locabike

Empresa de caráter social, tem a missão de introduzir o ciclismo na vida de pessoas que não andam ou que pararam de andar de bicicleta. Concomitante à atividade de locação de bikes e realização de eventos de ciclismo, Renato realiza palestras de conscientização sobre a importância da obediência às regras de transito e do uso da bicicleta para a preservação da saúde.

Conheça mais sobre a Locabike acesse o site: www.locabikerp.com.br.