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Era uma vez novas histórias

A descoberta de novas culturas e caminhos através do aprender

A máquina do tempo tem uma nova parada, o mês de março. Ainda era o começo da nossa história. Era uma vez, novos personagens que chegaram e foram recebidos de braços abertos pelos amigos, que já estavam naquele reino encantado. O aprendizado foi construído dia a dia e percebemos que o conhecimento e o entendimento poderiam ser adquiridos através da harmonia, da coragem nos desafios, de nunca desanimar.

acolhimento

 

A expectativa por tanta novidade estava presente. O cenário é uma linda história sobre nós mesmos e sobre outros povos. Como perceber que as características dos outros são como espelhos e que as particularidades sempre se completam? De repente, se escutou sons diferentes e o Corassol foi invadido pela cultura indígena e todos fizeram um passeio entre as tribos e seus costumes.

E nesse reino, a diversão não faltou e esses personagens se transformaram em contadores de história, atores, compositores e até mesmo mímicos. Conheceram cada pedacinho desse lugar de criação, como o canto da leitura, escrita, arte, onde uma tampinha de garrafa pode virar um enfeite no armário, e até mesmo organizaram a biblioteca. Os pequenos artistas, ainda criaram uma bela recepção para os pais, através de teatro e músicas.

 

Nessa linha do tempo, o que nunca faltou foram sonhos. Através da responsabilidade, dedicação aos estudos, os adolescentes colocaram os seus objetivos no papel. Onde cada conquista era comemorada e planos para o futuro estavam sendo escritos. Mas, todo reino nunca está sozinho e o Corassol recebeu a visita da Fundação Casa, a qual trouxe um pedacinho do céu para as crianças, através do exemplo de vivências riquíssimas e do presente de coloridas pipas.

 

Pequenos arquitetos

Era uma vez, um lugar que memórias são criadas. Existe um recanto perto do reino, que aventuras são vivenciadas, mas que precisaria de cuidados, a praça. E estava na hora de novamente se tornarem inventores. Uma maquete com as novas ideias foi construída, e cada objeto nela foi criado com carinho. Ao final, uma carta também foi escrita com um pedido e cada palavra vinha da vontade de fazer a diferença, valorizar e recriar um ambiente tão especial.

cuidando da praça

 

O relógio nos avisou que os dias passaram rápido e a nossa máquina do tempo já tem novas coordenadas. Continuamos nossa jornada, levando em nossa bagagem a reflexão do mês, que é, para cada um de nós, sempre atual: “Eu, para o meu futuro, o que posso aprender ou melhorar? ”. Vamos partir com a certeza de que a união dos orientadores e a construção de novos caminhos permitiram que a história que ainda será contada se tornasse um conto de respeito, amizade, superação, e que, na verdade, todos são protagonistas.

Os orientadores Josiane Borrasqui, Miriã Mota Vieira , Aline Reis, Cláudia Helena de Souza e Névia Roberta, Marina Madeira, Matheus Savazzi e Mayara Camargo foram os responsáveis pelas orientações nas atividades do março.

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