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Recepção e integração – Acolhimento Parte 4

Novos aprendizados oferecem novas possibilidades e amizades

O acolhimento prosseguiu com novas experiências. O dia 24 de agosto foi de profunda reflexão e emoção. Iniciaram a fase de integração com os futuros companheiros, conhecendo os novos ambientes e participando, pela primeira vez, da atividade coletiva de aquecimento matinal. Na sequência, conversaram sobre as atividades do dia anterior. Receberam com muita emoção a produção artística que fizeram sobre elogiar e ser elogiado, e compartilharam o que estavam sentindo naquele momento. Para continuar a reflexão, assistiram ao vídeo das atividades. Inicialmente, a surpresa por se verem no telão; depois, a alegria pelos elogios; e, por fim, sentimentos bem diferentes e desconfortantes, diante da visão da guerra com as bolas de jornal.

 

Assim finalizava um ciclo de vivências, para sintetizarem a importância de se cumprir os combinados, conhecer-se e contribuir para a paz.

E o tempo passou rápido! Nos dias 27 e 28 dedicaram-se a reforçar o aprendizado do período. Pararam para lembrar sobre os finais de semana: família, amigos, comunidade, lazer, pesquisando e melhorando a compreensão sobre “sentimentos”, “valores” e “combinados” (regras de convivência), e assim estabelecer mais contatos com os grupos, aos quais, estarão integrados. Concluíram que “valor” remete a carinho, respeito ao próximo, qualidade de vida, família. Para fixar o aprendizado escolheram palavras com as quais pudessem expressar sentimentos e “valores”, através de imagens. E surgiram: sol, que representa luz, calor, claridade de sentimentos; planeta, para lembrar como precisamos preservá-lo e até mesmo uma garrafa, que nos faz refletir como é possível reutilizar e dar valor ao que temos.

No dia seguinte, dia 29, véspera da última etapa, distante do início das atividades de acolhimento e tão próximo do seu final, foi dedicado à confecção de outros crachás. Crachás novos, que expressassem a mudança que houve em mim: “Eu, dia 15, quando cheguei, e Eu hoje”.

Dia 30, o grande dia, finalmente, todos juntos! Oportunidade ímpar para “expressar minha expectativa, com minhas mãos”, usando massas de modelar. Os pequenos foram encaminhados aos respectivos grupos, encontrando nesses a mesma atividade de modelagem. Foi só juntar alegria, cortesia e habilidades.

Pronto, mais um sonho realizado, e, no dia 31, o Corassol finalizou o acolhimento de mais um grupo de crianças. Realizada a atividade de aquecimento, o grupo reuniu-se pela última vez, para conversar sobre as emoções do dia anterior e de como foi o primeiro contato com os novos amiguinhos.

Durante os 15 dias do acolhimento, as boas-vindas foram acompanhadas por Aline Oliveira Ximenes Reis, Bruna Domingos, Cláudia Helena de Souza, Marielen Nascimento, Matheus Savazzi e Névia Roberta.

E assim termina mais uma história de acolhimento de flores para nosso jardim.
Em breve teremos novas flores. Apenas o jardim será o mesmo, porque as flores, com certeza, apresentarão outras cores e perfumes diferentes.

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Criatividade e reflexão – Acolhimento Parte 3

Quando a arte se torna complemento do que aprendemos

O acolhimento de novos amiguinhos continuou. O dia 21 de agosto foi uma oportunidade de ter a experiência do valor de um gesto de carinho. Na “Roda do Abraço”, puderam praticar aspectos como: lidar com limites, cuidados com o outro e consigo mesmo. Em seguida, refletiram para responder à pergunta: “Tudo que penso eu falo?”. Respostas como: “não, porque vamos magoar, ou porque não se deve”, levaram à conclusão de que precisamos filtrar o que pensamos, antes de dizer.

A partir disso desenharam uma cabeça e em papéis escreveram o que pensam e em seguida desenharam uma boca e nela colocaram o que falam. Ao final entenderam que, mesmo na dificuldade de trabalhar em grupo, é sempre possível aprender com o outro.

 
No dia seguinte, 22 de agosto, iniciaram as atividades do dia em roda de conversa, com objetivo de reforçar a importância do respeito e do cuidado com o outro. Assim, falaram sobre uma das práticas que prejudica o convívio e a vida das pessoas, o bullying.

Cooperação era o assunto da próxima experiência: bexigas cheias representavam cada um deles e, ao impulsioná-las para o alto, nenhuma poderia chegar ao chão. Finalizada a atividade, perceberam que, em um grupo, todos são importantes.

 
Faltava identificar e expressar os sentimentos experimentados durante a atividade, o que artisticamente fizeram com papel, tinta e dedos. Foi mais um dia colorido, com gosto de quero mais.

 
E no dia 23 de agosto, os assuntos foram mais do que especiais. A conversa animada foi sobre seus vínculos familiares, no Corassol. Alguns optaram por escrever os nomes e respectiva relação de parentesco. Momento oportuno para falar sobre o assunto: “valor do elogio”, pois, quem não gosta de receber palavras de carinho? Os pequenos tiveram a oportunidade de escrever elogios para os amigos e lerem juntos para o grupo. Uma atitude de reconhecimento e afetividade. E para finalizar o dia formaram duas equipes, confeccionaram bolas de papel e praticaram foco, agilidade e cumprimento de regras.

O Jardim do Corassol – Acolhimento Parte 2

Comunicação e diversão não faltaram na nova etapa

Na manhã do dia 16 de agosto, no segundo dia de acolhimento dos novos amiguinhos, o Corassol ficou florido com uma dinâmica divertida, que conduziu as crianças à percepção de que o coletivo, mesmo sendo constituído pela diversidade, tem sua identidade. O valor da responsabilidade lhes foi apresentado no elogio por terem cuidado bem dos seus crachás e estarem com ele, como foi recomendado. Com este assunto, lembraram-se da construção dos combinados e incluíram novas palavras.

 

Os olhares atentos e curiosos não deixaram passar despercebida a existência, no ambiente, de materiais diferentes. E foi o início da atividade principal proposta para aquele momento: a dinâmica do “Jardim Corassol”. Elas escolherem uma cor de papel dobradura e, de recorte em recorte, surgiram belas flores. E no centro de cada florzinha um nome foi escrito. Perceberam, então, que todos faziam parte de um único jardim, cada um com suas características, onde as atitudes como: respeitar, cuidar, arrumar, manter limpo e organizado, são essenciais à boa convivência.

 

No dia seguinte, 17 de agosto, as crianças e adolescentes se envolveram com atividades diversificadas, para demonstrar suas habilidades – afetivas, motoras, cognitivas e socioemocionais. Considerando que a qualidade de sua integração na vida social está diretamente ligada à qualidade da linguagem, essa etapa foi dedicada à verificação da condição de leitura e escrita dos participantes do acolhimento, para depois encaminhar as observações, em parceria com as escolas que frequentam. O que significa a palavra pedagogo? Vocês conhecem algum pedagogo? O que faz um pedagogo? Eles foram questionados e ficaram curiosos. A surpresa veio acompanhada de risos, que marcou a descoberta de que, sem saber, convivem diariamente com esses profissionais, os professores. E entre conhecimento e memórias, uma amiguinha lembrou que o irmão “vai ao psicopedagogo“.

 

O tempo passa rápido e no dia 20 de agosto as crianças realizaram uma atividade diferente, para conhecer os novos amiguinhos. Receberam o desafio de responder a mais uma pergunta: Conheço as pessoas com as quais convivo? E elas, me conhecem? E agora, como fazer isso? Em duplas, puderam escutar a história do amigo e depois apresentar para o grupo, como se fosse a outra pessoa. Ao se colocar no lugar do outro, o sentimento de empatia se fez ainda mais presente e isso foi externado através de desenhos, com o tema: “Como os demais me enxergam”. E as obras foram expostas, para serem apreciadas por todos.

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Boas-vindas – Acolhimento Parte 1

Acolhimento de novas pessoas é motivo de felicidade

Uma nova aventura iria começar. No dia 15 de agosto, o Corassol deu boas-vindas a novos amiguinhos, com dinâmicas divertidas. Uma jornada de quinze dias, cheia de novidades e possibilidades. Primeiro, como de costume, o crachá e as apresentações. E como apresentar-se não apenas dizendo o nome? É possível fazer isso com algumas de suas qualidades, as que mais lhe agradam? Mas, o que é qualidade?

 

Então, era hora de aprender algo novo, e sentiram a necessidade de saber os significados de característica e qualidade. E a curiosidade só aumentou. Para desvendar mais sobre o assunto, eles foram estimulados a viajar um pouco dentro da cultura indígena para descobrir como os nomes dos bebês são escolhidos e o respeito que se tem pelo “nome próprio”.

E, com essa inspiração, cada criança usou criatividade para confeccionar e decorar seu crachá e optar com quais qualidades se apresentaria aos demais. Assim, juntos com a orientadora, deram início ao processo da “escolha consciente”. O resultado final foi o nome escrito na frente e suas características no verso. Um trabalho cheio de detalhes e muita cor.

coama

 

Durante a apresentação, surgiu a oportunidade de se iniciar a construção dos combinados (regras de convivência) do recém-formado grupo. E o primeiro item foi “respeito”. Em roda de conversa compartilharam opiniões sobre o dia, todos muito animados e decididos a continuar a jornada.

Artes Circenses e Criatividade

 

 

tem criança cozinha

Amor em pedaços

Quando a coletividade e a gentileza caminham juntas

O calendário marcava o dia 13 de agosto. E logo pela manhã, os pequenos do Corassol teriam uma tarefa mais que especial com o tema “A você ofereço”. Enquanto algumas crianças fariam capoeira com o professor Rafael Pinto dos Santos, mais conhecido como Rafael Ligeirinho, outras colocariam a mão na massa. Era hora de “Criança na Cozinha”. A curiosidade e animação tomaram conta de todos quando perceberam que, da junção das medidas certas de farinha, açúcar, ovos e fermento, teriam um delicioso bolo.
De chocolate ou qualquer sabor, o ingrediente que não faltou foi o carinho.

 

Após pronto, com muito zelo a equipe dedicou-se a embrulhar os pedaços e colocar fitas e etiquetas. O destino dos bolos era ainda mais especial e as crianças saíram em grupos pelas ruas, para ofertar à comunidade, exercitando a gentileza. Naquele pequeno gesto era possível ver a surpresa e o sorriso das pessoas ao receberem o “doce presente”.

Cada abordagem proporcionava emoções e experiências novas, na rua, nas residências e no comércio. Praticando o “compartilhar emoções”, comoveram-se quando alguém disse que levaria o pedaço de bolo para a pessoa que ama. A reação foi imediata: oferecer-lhe dois pedaços de bolo.

 

Cada abordagem gerava uma história diferente. Essas vivências deram asas a mais criatividade e surgiram até mesmo uma canção e desenhos interessantíssimos, que representaram a importância da culinária e da ação de ofertar gentilezas. Um momento de perceber o valor de estar amorosamente com o outro, dedicando-se a alguém ou a algo.

 

Pequenos desbravadores

E novos dias no calendário surgiram. Após a saída do dia 13, para a entrega dos bolos, dedicaram os dias 14 a 17 de agosto para explorar outros cantos do território. Numa sessão de cinema eles assistiram ao vídeo “Carona a Pé”, que conta como um grupo de crianças vai caminhando até a escola. Em uma roda de conversa, puderam descobrir que toda atividade, para acontecer com sucesso, precisa de responsabilidade, organização, disciplina e respeito, e que todos eles são cidadãos membros desta comunidade. Iniciaram o mapeamento do território, localizaram escolas e posto de saúde, e definiram itinerário para as novas aventuras.

Em caravanas saíram para observar as ruas, as calçadas, conhecer os serviços pesquisados e pensaram em ações solidárias que podem realizar nesses pontos, desde um bilhete de coragem ou frases de escritores. E os nossos desbravadores ainda marcaram, em um grande mapa, os locais por eles considerados importantes, como o Corassol, suas casas e praças.

 

O que será que eles ainda podem descobrir e fazer? Vamos juntos nessa caminhada!

As atividades foram acompanhadas pelos orientadores, Matheus Savazzi, Cláudia Helena de Souza, Névia Roberta, Aline Reis, Bruna Domingos e o colaborador Luciano Quaglio.

 

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Brincar de criar

Preocupação com o meio ambiente também não faltou

Nossa máquina do tempo, que passou por fevereiro e março, agora chega a abril! E, em cada parada, colocamos memórias, amizades e diversão em nossa bagagem. Dessa vez nossa aventura acontece em cima de um palco, com cortinas, luzes, plateia e muita arte. Todos se descobriram artistas autores, onde a imaginação pode contar histórias incríveis a partir da criação de personagens. Podemos dizer que um dos nossos aprendizados durante esse período foram os jogos teatrais. Era o momento de vivenciar culturas e de se permitir improvisar. Vamos juntos acompanhar esse belo espetáculo!

Os pequenos do Corassol fizeram um passeio sobre o universo do teatro e suas diversas possibilidades, desde iluminação, sonoplastia, figurino, cenários, adereços, descobrindo que, além da habilidade de ator, é preciso a de diretor, produtor e de outras tantas, como a dança. E muitos assuntos ganharam vida através da interpretação, como o texto “semente da verdade”, o tema “entrevista de emprego” e lendas e histórias contadas pela avó.

A criatividade não parou por aí. Uma oficina de instrumentos musicais, feitos com material reciclado, animou a todos. De repente, surgiram violas feitas de caixa de sapato, tambor com latas de achocolatado, e até mesmo baterias com garrafa pet. Ah, ainda não acabou! Durante um sarau puderam ouvir belas poesias.

pintura na praça

 

A inventividade também foi parar no papel. Uma pintura em 3D e o contorno das mãos estendidas lembravam a mensagem: “eu preciso de você, pode contar comigo”. O dia do índio também foi comemorado com muito aprendizado, e, por meio de pesquisas, encontraram muitas heranças indígenas, como nomes, cantigas, comidas e brincadeiras. Uma bela herança indígena foi descoberta em uma roda conversa, após assistirem a um vídeo sobre o silêncio na cultura indígena: a importância e o poder do silêncio nas relações sociais e o valor de saber escutar e respeitar o outro.

 

Recreação e responsabilidade

As crianças e adolescentes mostram que originalidade é característica deles. Era hora de se divertir. Um pouco de tinta, e pronto! Uma trilha foi pintada em área externa. Brincadeiras não faltaram, como gincana do caracol, circuitos feitos com barbante e fita adesiva, pular corda, pique bandeira, queimada, dança da cadeira, bexiga com água no abraço explosivo, entre outras. Claro, a capoeira também marcou presença neste mês de abril. E, por falar nesse esporte super brasileiro, aconteceu o segundo festival do “Projeto Capoeirista do Amanhã”, realizado na Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto). – Clique aqui para ver mais sobre o evento.

 

Outro lugar onde nossos pequenos sempre se divertem é a praça. Brincam de futebol e fazem até piqueniques. Sempre atentos à necessidade de preservar o meio ambiente, em abril eles realizaram uma limpeza no local e pesquisaram, junto aos moradores, o que eles gostariam de ver diferente naquele espaço. Os orientadores, Matheus Savazzi, Josiane Borrasqui, Aline Reis, Marina Madeira, Névia Roberta, Cláudia Helena de Souza, Miriã Mota Vieira e Mayara Camargo acompanharam as atividades.

 

Ufa, que mês movimentado! O relógio avisou que está na hora da nossa máquina do tempo fazer outra viagem. Próxima coordenada, o mês de maio! O que será que nos aguarda? Vamos juntos recordar!

corassol

Novos conteúdos e habilidades

Convivência, amizade e aprendizado compõem o tema do semestre

 

 

 

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capoeira

Cultura e Criatividade

O respeito e o saber andam de mãos dadas

Começar a semana com muita energia. E foi isso o que as crianças e os adolescentes fizeram no dia 6 de agosto. O ritmo da cultura brasileira invadiu o Corassol, a capoeira. O professor Rafael Pinto dos Santos, mais conhecido como “Rafael Ligeirinho”, comandou a atividade. E quando a teoria e a prática se juntam o aprender fica ainda mais divertido. E o tema foi: O que é arte marcial? Vamos juntos para mais uma aventura!

A música não poderia faltar. Ao som de “Uma andorinha não faz verão” os pequenos concordaram que ninguém cria nada sozinho e que, em grupo, o respeito e a cooperação são essenciais para um resultado positivo, em qualquer situação. O conceito de arte marcial também foi um dos assuntos abordados. Chegada a hora da ação, os nossos capoeiristas exercitaram novas técnicas, que contemplam a importância do coletivo.

 

Expressividade no papel

Para quem não jogou capoeira, estava reservado o espaço para conversar sobre expectativas e o que desejam descobrir durante o período em que estão no Corassol. E, sem demora, vamos à pergunta do dia: O que é uma expectativa? Diversas respostas apareceram e, na sequência, foram traduzidas através de belas expressões artísticas, descortinando novos horizontes com cores e formas variadas. Os orientadores, Matheus Savazzi, Névia Roberta, Cláudia Helena de Souza, Aline Reis e o colaborador Luciano Quaglio participaram das atividades.

 

O dia acabou, mas amanhã tem muito mais, no Corassol!

Harmonia em grupo

Quando a imaginação e a observação criam novas possibilidades

E um amanhecer tranquilo no Corassol chegou e, para aproveitar esse sentimento, nada melhor do que estar junto dos amigos. O dia 3 de agosto teve início com massagem em roda. Mais relaxados e prontos para prosseguir a atividade do dia anterior, os pequenos artistas continuaram a fazer suas obras. Cada um com sua concepção e criatividade, finalizaram a atividade. Afinal, a vida não existe sem a arte!

 

E era hora de descobrir coisas novas. Todos assistiram vídeos sobre o que é intervenção urbana e reciclagem de sacolas, fazendo uma viagem até o Caribe, onde encontraram uma ilha repleta de lixo. Conversaram sobre a dimensão da situação, sobre a responsabilidade e importância da preservação do meio ambiente. As atividades do dia foram acompanhadas pelos orientadores Matheus Savazzi, Névia Roberta, Aline Reis, Bruna Domingos e pelo colaborador Luciano Quaglio.

Mas o dia não terminou por aí. E era o momento de desbravar um dos lugares que os pequenos mais gostam. A praça! Mas, dessa vez, eles foram com um olhar diferente. Em cada canto, até mesmo na natureza, existem formas e beleza. E a arte está em todo lugar. Como no inverno, quando as folhas caídas no chão ganham a cor amarelo forte. A mesma paisagem, que pode inspirar um pintor a criar um quadro. As crianças e adolescentes perceberam que a maneira como observamos tudo, faz toda a diferença. E claro, também aproveitaram o momento para brincar e se divertir.

 

Ao entardecer, todos voltaram para casa com a certeza de um dia produtivo e de muitas lições!

 

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